domingo, 17 de abril de 2011

Belas Pernas



Como curvas sinuosas, tépidas pelo aquecimento natural que exalava,
pernas belas que se cruzavam e se firmavam em meu tempo e, na ergometria do seu delineado, cujo formato não esqueço.
Pernas, pelos, peles.
Que cruzavam , enroscavam e se emaranhavam nas profundezas de um pensamento:
Idílico, onírico e libidinoso.
Movimentavas numa sincronia harmoniosa as belas pernas que silenciosamente, apontavam na direção da minha cumplicidade e meu olhar foi dar exatamente no ápice da saudade, na lembrança daquelas noites carnais em que cruzávamos nossas pernas sem
pudores...
Lembranças... de momentos indeléveis, de coxas fortes, mas leves que pressionavam tíbias pernas, que as suportavam porque as amava.
Hoje musculosas,
mas certamente, por mim já conhecidas.

A multifuncionalidade do celular, mais uma ferramenta pedagógica em sala de aula.



Vivemos em pleno século XXI Era da informação da comunicação e do conhecimento; da quebra dos paradigmas tradicionais como verdades e valores absolutos e ainda há professores que não conseguem administrar a sala de aula quando se trata do uso do Celular...proibições, coibições, tolhimento da liberdade individual, ameaças, processos dentre outras reações adversas .
O celular faz parte das novas mídias educacionais. Entretanto por ser bastante criticado e pelos professores terem as mais diferentes reações diante do toque ou até mesmo da filmagem de suas aulas, os celulares foram proibidos em muitos estabelecimentos educacionais, ficando restrito apenas para casos emergenciais.
Precisamos rever nossa postura diante da inovação, pois estamos perdendo mais uma oportunidade de realizar a interação entre celular aluno e conhecimento: Internet, vídeos, fotografias, gravador, câmera digital, radio AM e FM, dentre outras funções, assim, no lugar da crítica e da intolerância, cabe um outro olhar para o celular, hoje esse aparelho não é apenas um instrumento de comunicação, mas uma ferramenta pedagógica em que acontece a construção do conhecimento.
É certo que nem todos os alunos possuem um celular, ficando caracterizado ai, a desigualdade social, como acontece com os computadores, até porque ainda não foi socializada a tecnodemocracia, assim a inclusão digital, como muitos poderes idealizaram, ainda não aconteceu na sua totalidade.
Mas não podemos cometer os mesmos erros do passado, em dividir a sociedade entre os que pensam e os que executam, por isso, o acesso e as oportunidades devem ser para todos.
Temos noticia de professores intolerantes quanto ao uso do celular em suas aulas, mas acredito que esse problema só será resolvido quando o celular for efetivamente considerado como mais uma ferramenta pedagógica a ser empregada em projetos e pesquisas multidisciplinares.
Na seção E agora Telma? Tecnologia - da Nova Escola: 15 minutos da educação, estive lendo a matéria que responde a pergunta da Ana Lins ( Florianópolis-SC) sobre o celular em sala de aula, na resposta de Telma, a questão deve ser tradada com uma certa democracia, o que é louvável, mas para manter a harmonia o respeito e a cooperação entre alunos e professor, porém existem professores que são irredutíveis, que ficam reticentes quando interrogados sobre o uso do aparelho em sala de aula.
O fato é que não devemos deixar nenhum tipo de mídia passar despercebido é preciso encontrar formas de aproveitar o celular, especificamente, e de maneira efetiva em projetos pedagógicos e nos planejamentos curriculares de todas as disciplinas, ratificando suas vantagens. Por isso é preciso negociar com a sala de aula e objetivar a sua utilização pedagógica.
Quando a aluno tomar consciência do poder do celular passará a usá-lo com mais responsabilidade.

Integração de Mídias e práticas pedagógicas

O prenúncio de Marshall Mcluhan de que viveríamos numa Aldeia Global ficou constatado. Hoje em dia há uma necessidade maior de comunicação, o mundo diminuiu as tecnologias e as mídias aproximaram as pessoas, o desconhecido, as culturas, o longe, tudo torna-se comum, há uma linguagem quase universal, estabelecida pelas sociedades. Pierre Levy pensou num ciberespaço, onde as pessoas se encontravam, para trocar conhecimento, empregos e desejos. E estudiosos da sociedade da informação falam de uma revolução tecnológica, mas essa revolução não faz barulho, porque é silenciosa, quando menos esperávamos, lá estávamos trocando knowhaw com outros países; os fenômenos acontecem no lado oposto do mundo e em fração de segundos estamos lá, presenciando as catástrofes ou as vitórias, Como o efeito borboleta“ Um contecimento numa determinada parte do mundo terá um sentido numa escala global” teoria do cáos.
Numa perspectiva pedagógica Prado & Almeida (2005) recuperam, de certa forma, a proposta de integração das mídias, num plano curricular, quebrando aquilo Valente chama de Grade, pela forma como se trabalham as disciplinas, fragmentadas; essa integração não pode ser vista como algo que se interpõe a um conhecimento, mas dever ser algo planejado e pensado para que aconteça o aprofundamento do conhecimento.
Penso que Integrar as mídias é isso: aproveitar os possíveis meios de comunicação e informação, de que dispomos e aprofundar um conhecimento. Uma aula de geografia ou história, por exemplo nós podemos localizar os tsunamis histórico ou geograficamente, ao estudarmos o fenômeno, podemos fazer a integração com jornais, revistas, TV vídeos, Internet,ou ainda através do Celular receber fotos ou vídeos pelo Bluetooth no ato dos acontecimentos por meio dos satélites poder assistir.
Manoel Moran em uma de suas palestras,no VII Seminário do programa Tonomundo nos disse que “a educação tem que surpreender, cativar e conquistar os alunos a todo momento. Precisa encantar, entusiasmar, seduzir, apontar possibilidades realizar novos conhecimentos e práticas. E o conhecimento se constrói a partir de constantes desafios e atividades significativas, que excitem a curiosidade, a imaginação e a criatividade.”
Assim a tecnologia na educação, nos confere uma mudança de atitude do professor e, que deve mudar, nos mesmos contextos educacionais.
Porém há três tipos de profissionais, diz o educador: os previsíveis, que repetem modelos; os simuladores que teem dificuldades em dar aula e a tem como “bico” ou carreira segura e os pró ativos que buscam, pesquisam, se renovam.
Esses, focam nos alunos, nos projetos, na colaboração, gostam de aprender, de experimentar com as tecnologias e metodologias possíveis; evoluem pessoal e profissionalmente e ao longo prazo se tornam pessoas interessantes e realizadas.
E é dentro desse principio que a tecnologia na educação deve ser vista, a serviço dos educadores e não o contrário.
A tecnologia vem como apoio à mudanças que dependem, necessariamente, de uma nova atitude do educador diante dos velhos paradigmas, como aprender a pesquisar, a desenvolver projetos em ambientes virtuais,( individuais, grupais, entre educadores, entre escolas...projetos pontuais, integrados, colaborativos, acadêmicos de intervenção) aprender a se comunicar e divulgar-se na Internet. Mas para isso precisamos conhecer os diferentes recursos digitais nos diferentes ambientes integrados de aprendizagem. Portais, sites, vlogs, blogs, podcast , vídeo, cd, DVD bibliotecas virtuais , digitais e webquest, groups, vivenciapedagógica, educarede, tonomundo, há uma grande diversidade deles. E como instrumentos de comunicação:
• Forum, listas, sites de relacionamento
• Tele, web e videoconferência
• Rádio, TV digital...
• Celular com Câmera digital, filmadora
• connectunopar.br/mestrado e todos portais de educação.
O que importa é que os educadores mantenham visão integradora, flexível, aberta para poder compreender, sentir e agir, num projeto pedagógico inovador, apoiado nas tecnologias audiovisuais conectadas, leves múltiplas e integradas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

o diálogo



João x Maria

[20:50:50] João vasco... diz :oi Maria

[20:51:38] Maria gald... diz :oi vasco

[20:51:45] Maria gald... diz :diz ai cara?

[20:51:56] João vasco... diz :boa noite gata

[20:52:18] Maria gald... diz :diz ai meu amigo

[20:52:30] João vasco... diz :digo

[20:52:39] João vasco... diz :o que queres ouvir companheira?

[20:52:57] Maria gald... diz :fala das tuas filosofias políticas

[20:53:13] João vasco... diz :então é assim

[20:53:27] João vasco... diz :entre brassards.;quem tem um troco é de lei

[20:54:01] João vasco... diz :depois a prosaica investida fica do lado da rumba

[20:54:07] Maria gald... diz :tah massay vei?

[20:54:10] João vasco... diz :no final a tese é valorada

[20:54:25] Maria gald... diz :tudo eh valorizado no final amigo

[20:54:37] João vasco... diz :depende

[20:54:42] João vasco... diz :neste caso será

[20:54:46] João vasco... diz :nem sempre é

[20:55:32] Maria gald... diz :mas nem sempre eh quase e nem quase eh sempre, mas sempre eh [20:56:16] João vasco... diz :sem o h fica menos recambelesco mesmo se na nova vaga a onda acompanhe

[20:59:01] Maria gald... diz :esse nosso debate caleidoscorpos está ficando oriçado

[20:59:52] João vasco... diz :eheheheheh

[20:59:59] Maria gald... diz :kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

[21:00:09] Maria gald... diz :fala sério cara

[21:00:30] João vasco... diz :eu cada vez acho que os defensores da conversa brejeira sobre sexo é que estão certos

[21:00:39] João vasco... diz :ali não tem isso

[21:00:43] João vasco... diz :é entrar e sair

[21:00:49] João vasco... diz :e a filosofia é de moda

[21:02:48] Maria gald... diz :para entrar is sair so não fica perfeito nosso estágio emocional fica perturbado e não diremos coisa com coisa, mesmo que nossa fala seja labialmente compreendida [21:03:57] João vasco... diz :é boa a resposta

[21:09:49] João vasco... diz :mas olha que é bom quando o emocional se sobrepõe ao que racionalmente é de regra

[21:11:29] Maria gald... diz :eh mas ha um desgaste psicológico quando não ha um verdadeiro reconhecimento da causa, como sã e apenas um devaneio obscurecido

[21:12:14] João vasco... diz :na sanidade ha tantos devaneios Maria

[21:13:48] Maria gald... diz :sim mais o lirismo eh belo quando eh sincero a verdadeira palavra eh aquela que nada diz pronunciando tudo o quanto precisamos

[21:14:17] João vasco... diz :sem duvida

[21:14:36] João vasco... diz :mas para subir ao monte é preciso percorrer o caminho

[21:14:45] João vasco... diz :seja de que maneira for

[21:14:52] João vasco... diz :essa do lírico parece-me bem

[21:15:00] Maria gald... diz :os caminhos todos são tortuosos

[21:15:01] João vasco... diz :é uma boa forma de chegargar La

[21:15:05] João vasco... diz :nada

[21:15:20] Maria gald... diz :nós e que nos enganamos com a ilusão da felicidade

[21:15:21] João vasco... diz :no Éden não ha caminhos tortuosos maga

[21:15:29] João vasco... diz :que engano

[21:15:38] João vasco... diz :não ha isso de felicidade

[21:15:45] João vasco... diz :logo a ilusão não existe

[21:15:54] João vasco... diz :existem momentos de pura magia

[21:16:04] João vasco... diz :e isso não tem engano

[21:16:13] Maria gald... diz :mas o que existe então senão a representação se sermos algo que ainda não descobrimos

[21:16:48] João vasco... diz :a representação nunca é assim como a desenhas

[21:17:06] João vasco... diz :antes nos descobrimos na aprendizagem do que somos

[21:17:31] Maria gald... diz :então amigo redimensione meus pensamentos, para que ele funcione na forma comum de se pensar

[21:18:13] João vasco... diz :quem eu sou para alterar formas de pensar de quem percorre os sábios caminhos da intelectualidade?

[21:18:35] Maria gald... diz :meu pensar se oculta por trás de uma coisa chamada idéia, e quando me sinto ausente, sinto que o nada existe

[21:18:43] Maria gald... diz por detrás

[21:19:08] Maria gald... diz :um vazio por não saber-me

[21:19:15] João vasco... diz :eu um rude, selvático, desordeiro almocreve..

[21:19:29] João vasco... diz :nem tanto

[21:19:53] João vasco... diz :o pensar consubstancia a idéia e como tal incorpora-a

[21:20:03] Maria gald... diz :penso que leio João Cabral de Melo Neto

[21:20:14] Maria gald... diz :especificamente cabra-vadia

[21:20:22] João vasco... diz :logo na essência sedes constituinte

[21:20:33] Maria gald... diz :com essa linguagem

[21:20:34] João vasco... diz :depois se com idéia nunca vazia

[21:20:43] João vasco... diz :de resto.;é jogo de palavras

[21:20:55] João vasco... diz :essa da cabra vadia..gosto

[21:21:05] João vasco... diz :é vernáculo

[21:21:07] Maria gald... diz :sei quando ha palavras e sei quando são vazias

[21:21:20] João vasco... diz :sabereis

[21:21:38] João vasco... diz :mas também será de utilidade enche-las

[21:21:39] Maria gald... diz :algo descansa no pensamento e pronunciamos o que a nossa mente propõe

[21:22:10] João vasco... diz :dito de outra maneira..dizemos o que nos apetece quando a vontade nos leva a isso

[21:22:10] Maria gald... diz :as vezes ela nos trai

[21:22:21] João vasco... diz :a traiçao tb cabe

[21:22:38] João vasco... diz :e se não descoberta...anima a alma

[21:22:44] Maria gald... diz :e somos atraiçoados pelos nossos impulsos desejosos por conclusão [21:23:05] João vasco... diz :que nos tiram da letargia da vivencia casuística

[21:23:16] Maria gald... diz :lembro da tabula redonda

[21:23:30] João vasco... diz :onde de redondo só os espíritos

[21:23:30] Maria gald... diz :não quero falar da morte propriamente dita

[21:23:39] Maria gald... diz :pq como a vida ela eh intrigante

[21:23:51] João vasco... diz :que dela já ha quem fale pelo que a mesma esta falada

[21:24:04] João vasco... diz :nada

[21:24:27] João vasco... diz :seremos efeito do que a situação que se nos depara permita [21:25:00] Maria gald... diz :sim ha que se considerar como nada o conteúdo de um copo maio vazio, mesmo estando meio cheio

[21:25:51] João vasco... diz :sendo essa a consideração todo será o prazer de vos ter como madrinha

[21:26:12] Maria gald... diz :podes me dispor de todo o conteúdo que me dedicas sem que dele retires a essência

[21:26:30] João vasco... diz :que no fundo é aquilo que busco

[21:26:32] João vasco... diz :o âmago

[21:26:40] João vasco... diz :o que esta para além

[21:26:45] João vasco... diz :o que se guarda

[21:26:54] João vasco... diz :o que me leva a considerar desafios

[21:27:06] Maria gald... diz :buscar vida onde não há não eh de bom grado

[21:27:38] João vasco... diz :a vida esconde-se onde nem ela mesmo suspeita

[21:27:50] Maria gald... diz :prefiro a distancia de um velho mundo cansado de viver e por isso mesmo correndo dos seus para permanecer vivo

[21:27:53] João vasco... diz :tantas e tantas vezes adormecida

[21:28:24] João vasco... diz :já eu prefiro uma boa pinga.;em companhia agradável..

[21:28:26] Maria gald... diz :a vida em si já eh um desafio

[21:28:29] João vasco... diz :distinta

[21:28:46] João vasco... diz :antes um desafio que se coloca em cada vida

[21:29:02] Maria gald... diz :prefio vinho no recanto mais confortável de minha casa

[21:29:11] João vasco... diz :era ai que pensava [21:29:18] João vasco... diz :bem no conforto [21:29:24] Maria gald... diz :pensar na vastidão do universo

[21:29:32] Maria gald... diz :morrer de vez enquando

[21:29:33] João vasco... diz :essa deixava para depois

[21:29:44] Maria gald... diz :e depois reconhecer as perdas como grandes ganhos

[21:29:47] João vasco... diz :e antes de morrer..subir ao céu

[21:29:51] João vasco... diz :varias vezes

[21:30:06] Maria gald... diz :não há ceu

[21:30:10] Maria gald... diz :ha gases

[21:30:17] João vasco... diz :sendo que de ganhos se fala pois as perdas ja eram

[21:30:17] Maria gald... diz :e deles eu estou fugindo

[21:30:32] João vasco... diz :tb.;no fru fru da pernoita

[21:30:50] João vasco... diz :com um bom dosador atenuam

[21:31:18] Maria gald... diz :pois eles são a dialeticidade que se determina na minha perda de memória, na morte de minhas células

[21:31:22] Maria gald... diz :...

[21:31:58] João vasco... diz :entre células e dia lecticas prefiro a universalidade

[21:32:26] Maria gald... diz :sou para o oxigênio o que o acido é para o tecido celular

[21:32:45] Maria gald... diz :cada vez que respiro morro um segundo

[21:32:46] João vasco... diz :eu boa companhia ..para o vinho

[21:32:52] Maria gald... diz :lindo isso

21:33:10] João vasco... diz :é sobretudo um estar de lindura

[21:33:24] Maria gald... diz :se precisar de outra boa companhia não faça-se de rogado [21:33:38] João vasco... diz :não a procuro

[21:33:51] João vasco... diz :quando se tem uma que nos encanta duas são demais

[21:34:13] João vasco... diz :e fazemos asneiras quando não pensamos no bem que nos bateu a porta

[21:34:56] Maria gald... diz :a composição do talhado azul de seus traços são vislumbrados pela Iris negra de minha visão, mas tateio pela noite em busca de desse olhar e me perco na noite na contramão

[21:35:51] João vasco... diz :quiçá em vez de caminhos de tacto seria mais directo abrir os olhos e pegar o que na frente se oferece

[21:36:20] João vasco... diz :mesmo se burilar fosse uma necessidade

[21:36:27] Maria gald... diz :as vezes a ilusão

[21:36:45] João vasco... diz :ou utopia

[21:37:05] João vasco... diz :essa mesmo do velho Thomas

[21:37:43] Maria gald... diz :falar baixinho não atropela nosso pensar,mas tintubeia nossos passos certos na retidão da mesmice vaga do caminho

[21:37:52] Maria gald... diz :titubeia

[21:38:15] Maria gald... diz :curto, mas profundo

[21:38:24] João vasco... diz :e porque não parar para saborear o momento a fresca sombra? [21:38:37] João vasco... diz :aquela do olmo mais abaixo na curva eu aconselho

[21:39:02] Maria gald... diz :eh pelo bel prazer querer ser o que o outro deseja em mim [21:39:24] João vasco... diz :querer ser ou querer ter?

[21:39:27] Maria gald... diz :as vezes nos perdemos de nós mesmos

[21:39:35] Maria gald... diz :ser

[21:39:42] João vasco... diz :qual duvida shaskesperiana

[21:40:00] João vasco... diz :entre ser e ter sempre o ter

[21:41:21] João vasco... diz :e agora me lembro que eram 3

[21:41:31] Maria gald... diz :o que nunca se será, mas que no ápice de um desejo retumbante, acabamos por fazer um clone da loucura do outro, deixando de ser nós mesmos e nos habituamos com isso todos os dias que no mais das vezes deixamos o nosso ser vagar pelo ser do outro


[21:41:37] João vasco... diz :maranhao, pernambuco e paraiba..

[21:41:51] João vasco... diz :ja nao sei bem a que proposito..mas eram 3 e eram essas

[21:42:39] Maria gald... diz :o estado de conservação

[21:42:41] Maria gald... diz :?

[21:42:48] João vasco... diz :e quão bom são esses lampejos de inundar do outro no que de bom proporcionamos em partilha com ele

[21:43:00] João vasco... diz :essa soa-me a eixo rodoviário

[21:43:05] Maria gald... diz :dos ingredientes podres e rotulados por hipocrisias

[1:43:08] João vasco... diz :não era pois na altura não havia

[21:43:20] João vasco... diz :essas são de trama politica

[21:43:23] João vasco... diz :não me meto

[21:43:31] João vasco... diz :estou impedido por decreto

21:44:46] Maria gald... diz :quão vagos sortilégios que tentam ingrupir um povo de verdades ocultas só para os que investem nos ricos e pompudos bolsos

[21:45:16] João vasco... diz :que quando estão rotos não teem fundo

21:45:28] João vasco... diz :logo precisam de muito enchimento

21:45:35] Maria gald... diz :e quando são fundos não teem preços

[21:45:57] João vasco... diz :nem almas

[21:46:19] João vasco... diz :também onde se vira bolsos com almas?

[21:46:19] João vasco... diz :nem na barca do inferno

[21:47:05] Maria gald... diz :são ralos abertos evacuantes de sobras e de lamas que banham a pele fresca de damas desonestas incrédulas e desavergonhadas, mas manteem a pureza de um anjo assexuado

[21:47:31] João vasco... diz :soou a campainha

[21:47:49] Maria gald... diz :negro e de cabelos encaracolados por sinal

[21:47:57] Maria gald... diz :negros

[21:48:24] João vasco... diz :que permitem enroscar..

[21:48:30] Maria gald... diz :amigo acho que travamosl uma batalha sem armas

[21:48:35] Maria gald... diz :kkkkk

[21:48:40] João vasco... diz :que se penteiam..

21:48:50] João vasco... diz :que se acariciam..

[21:49:03] João vasco... diz :que se tomam...

[21:49:04] Maria gald... diz :dessas que nos dá a vitoria dos dois lados

[21:49:24] João vasco... diz :batalhas são de mestria

[21:49:40] João vasco... diz :onde a estratégia é vencedora

[21:49:50] João vasco... diz :mas a vos a vitoria senhora

[21:49:57] Maria gald... diz :satisfação deve ser a exata forma de se conceituar

[21:49:56] João vasco... diz :pelos vossos méritos

[21:50:03] João vasco... diz :(F)

[21:50:08] João vasco... diz :(bow)

[21:50:14] João vasco... diz :(emo)

[21:50:28] João vasco... diz :essa..é que é a palavra

[21:50:31] João vasco... diz :satisfação

[21:50:42] João vasco... diz :quando ela chega..finge Diógenes

[21:50:48] João vasco... diz :esta em rei em campo

[21:51:15] Maria gald... diz :não ha méritos quando não há perdas

[21:51:19] João vasco... diz :el rei que pode ser pagem

[21:51:31] João vasco... diz :é quando são maiores

[21:51:43] João vasco... diz :é o que dizem os manuais

[21:51:46] Maria gald... diz :não maiores quando não tem limites

[21:51:48] João vasco... diz :e tb os manuéis


[21:52:10] Maria gald... diz :nem me fale

[21:52:12] João vasco... diz :os limites existem em cada medida

[21:52:21] João vasco... diz :não falo então

[21:52:24] Maria gald... diz :não na mesma media

[21:52:35] João vasco... diz ::x

[21:53:04] Maria gald... diz :a medida de minhas palavras equilatam as suas

[21:53:13] Maria gald... diz :as

[21:53:41] João vasco... diz :nobre bondade para imensa alma de sentir são

[21:54:52] Maria gald... diz :o meu desejo noturno se envolve de invólucro de ter no outro os sonhos de Morfeu

[21:55:19] Maria gald... diz :vou sentir saudade

[21:55:29] Maria gald... diz :qualquer dia nos veremos por ai

[21:55:36] João vasco... diz :esse eu substituo por cadencias ritmadas onde a volúpia se faz crescente

[21:56:05] João vasco... diz :entre veres..hasta que los hinos acudan

[21:56:30] João vasco... diz :salud..

[21:56:49] Maria gald... diz :não diga nada que venha a identificar uma relação com sensualidade evocada pelos festejos dos folguedos

[21:57:04] Joao vasco... diz :en buena hora lo que se vio de charla

[21:58:03] João vasco... diz :penro considero que hablar de sexo seria porsupuesto bien mas caliente [21:58:25] Maria gald... diz :não acredito nisso

[21:58:33] João vasco... diz ::D

[21:58:48] João vasco... diz :no me iria sin esta sonora risada

[21:58:55] Maria gald... diz :acho entediante

[21:59:00] João vasco... diz :gracias senorita

[21:59:06] Joao vasco... diz :en hora buena

[21:59:26] Maria gald... diz :boa noite Vasco

[22:00:17] Maria gald... diz :(handshake)

[22:00:37] Maria gald... diz :foi muito bom te encontrar

[22:00:58] Maria gald... diz :forte (hug)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

professor:ou você muda ou será ultrapassado pelo sistema.


Professor:uma categoria que vem sendo advertida quanto a sua concepção e quanto a sua atual postura. Se formos levar em conta os fatores tempo, modernidade e sujeitos iremos constatar que o tempo que ininterruptamente, avança sobre os sujeitos, os quais já vão sendo modificados, sócio cultural e historicamente, vem exercendo profundas transformações nas civilizações e, de crise em crise, a sociedade altera seus valores. Entramos na pós-modernidade e já não temos tanta convicção em afirmar que o professor deverá recuperar o prestígio, aquele que perdeu durante o processo de mudanças tecnológicas.


Não quero transformar as tecnologias em vilã. O fato é que as relações sociais e de trabalho também veem sendo substituídas, Já podemos constatar uma sociedade sem patrões, como também poderemos antever escolas sem professores, da mesma forma como existem famílias sem o comando dos pais. O aprendizado está em toda parte. Não querendo dispensar a figura do mestre, pois que observando escolas publicas no interior do Nordeste brasileiro , onde a carroça com o jumento ainda é o meio de transporte mais atual, pois dele necesitam para o transporte de mercadorias e para a locomoção a lugares difíceis,onde a tecnologa mais avaçada é, por incrível que pareça, a urna eletrônica e a TV em tempos de copa.Ai o professor é respeitdo é uma sumidade.

Em muitas escolas públicas os professores saem de férias durante o mês de janeiro e voltam às aulas estressados, pois sabem muito bem o que vem pela frente, sabem que vão encontrar: uma escola desestimulante e desassistida pelos governantes, onde só não falta giz e saliva, mas nos aspectos materiais e humanos... Encontramos um aluno que sofre a desigualdade social de forma acintosa, essa falta de entusiasmo justifica esse mal estar tanto do aluno quanto do professor, que por sua vez carrega o fardo da mau remuneração em ter que dar tudo de si para que a sociedade o reconheça e faça jus ao seu esforço “quase sobre-humano” em ter que conciliar todas as atribulações e mais uma, quando na verdade o que ele dá de si é uma parte tão ínfima que se fôssemos fazer uma analogia à expressão: “Já dei minha última aula graças a Deus”, não é justificada no dever cumprido, mas no conforto que dá em ficar dois dias longe daquele enfrentamento diário. Mas é inevitáel observar que no primeiro dia de aula já chegam procurando um calendário para ver o próximo feriado, chegam cansados e se arrastando, movidos pela idéia da próxima sexta-feira.

Hoje em pleno século XXI apresentamos um quadro bastante desolador, similar ao de Vida Maria, vídeo produzido por Marcio Ramos,(sic) que circula na internet e que retrata o nordestino na sua mais extrema miserabilidade, sem instrução, sem perspectivas, sem esperanças de vida melhor,com um processo alienatário bastante evidente na reprodução da pobreza, na imgens de quem considera e chamam santos sobre o único móvel existente: uma mesinha, numa pequena casa de taipa algo desolador configurando-se um quadro da mais profunda indiferença e abandono ao ser humano, por parte dos poderes cosntituidos. Da mesma forma quando vejo os professores motivados pela sextas-feiras, lembro do debate entre Paulo Freire e Ira Shor citado por Sergio Augusto Freire Souza no seu artigo “ Modernidade, pos modernidade e Educação: Como começar a segunda feira de manhã? perante os alunos... Alunos que veem dessa realidade...

No século XIX o uso do tablado atribuía ao professor uma imponência e o transformava num ser superior, carregando conhecimentos, cheio de intelectualidade, dotado de respeito e muitas vezes, de inveja, pois que ser professor até três quartos do século XX dava status de celebridade. Com o processo de "destradicionalização" {palavra usada por Levy, para designar derrubada paulatina dos paradigmas classistas, do século passado} o professor foi perdendo esse prestígio e foi arrastando para dentro da categoria profissionais despreparados para as exigências do mundo moderno ou seja despreparado para a multifuncionalidade e, sendo assim, os caminhos ficaram antagõnicos: de um lado o professor se preocupa em ensinar os conhecimentos que apredeu, de forma simplificada, na lousa; e do outro os alunos buscam em outros ambientes de aprendizagens os mesmos conhecimentos apreendidos de outro modo com um outro olhar: mais ludico, mais dinâmico, mais colorido, mais imagético, mais interessante que um professor ditando seu saber de costas para os alunos.

Os inventos ligados a comunicação: Telefone, Rádio Fotografia, Cinema, TV, Vídeo, computador e todos os meios de comunicação escrita, foram gradativamente redimensionando a imagem do professor, que em todas as fases da história teve uma perssona respeitada. Na atualidade assistimos a uma inversão de valores, onde o professor entra em confronto com alunos e aparece com braços e pernas quebrados, chicletes nos cabelos, olhos com hematomas, sequelas de socos dados pelos próprios alunos, ameaças por notas, dentre outras arbitrariedade; numa total falta de respeito ao ser humano e ao que o professor representa; isso so vem confirmar os rumores: de uma categoria que vem sendo substituída pela terceirização, quando não, por professores mal-formados.

Tudo isso repercute na formação das crianças e dos jovens que serão o futuro do País. A figura do professor em sala de aula é de uma importância socio-educacional desmesurável, pois ele não só medeia os conhecimentos como educa os alunos na sua integralidade: para a cidadania, para o bem e para o bom. E Isso tmbém não se pode preterir....

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A Construção do Conhecimento e as Tecnologias na Educação

Os novos paradigmas educacionais exigem do educador uma nova postura, e da escola um novo perfil, que rompa com as grades do currículo, respeite as diferentes habilidades e competências e provoque no educador uma nova visão de mundo numa perspectiva global, onde as novas propostas pedagógicas favoreçam a reflexão e a utilização das novas tecnologias como instrumentos didáticos e metodológicos em que o educando seja o sujeito da aprendizagem e da construção do seu conhecimento e o educador seja o mediador desse conhecimento.

A revista Nova Escola em março de 1995, uma pesquisa sobre as grandes e pequenas dúvidas a respeito do construtivismo, com especialistas renomadas tais como Esther Grossi, Maria da Graças Bregunci, Marilia Duran, Solange Jobin e Souza e Sônia Barreira, serviu de base para a compreensão da utilização da pedagogia construtivista nos trabalhos de sala de aula com a utilização de projetos.
Segundo o artigo: A pedagogia construtivista propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estímulo à dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. Rejeita a apresentação de conhecimentos prontos ao estudante, como um prato feito, e utiliza de modo inovador técnicas tradicionais como a memorização, por exemplo. Daí o termo “construtivismo”, pelo qual se procura indicar que uma pessoa aprende melhor quando toma parte de forma direta na construção do conhecimento que adquire. O construtivismo enfatiza a importância do erro, não como um tropeço, mas como um trampolim, na rota da aprendizagem. O construtivismo condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho no universo pessoal do aluno.
Essas práticas deverão ter base nos estudos do Psicólogo Jean Piaget (1896-1980), a maior autoridade do século XX, sobre o processo de funcionamento da inteligência e de aquisição do conhecimento. Piaget demonstrou que a criança raciocina segundo estruturas lógicas próprias, que evoluem conforme faixas etárias definidas, e são diferentes da lógica madura do adulto.O construtivismo procura desenvolver práticas pedagógicas sob medida para cada degrau de amadurecimento intelectual da criança.
EMÍLIA FERREIRO, (1995) ) in ALMEIDA (2000), partindo da teoria do seu mestre Piaget, pesquisou a fundo e especificamente o processo intelectual pelo qual as crianças aprendem a ler e escrever, e batizou sua teoria de construtivismo, no início esse nome era aplicado só a teoria de Emília, com o tempo passaram a ser chamadas de construtivismo as novas propostas pedagógicas em sua teoria e na teoria de Piagt e até mesmo a pedagogias compatíveis como a do educador soviético Lev Vigotsky.
Segundo ALMEIDA (2000): A teoria de Vigotsky tem como perspectiva o homem como sujeito total enquanto mente e corpo, organismo biológico e social, integrado em um processo histórico.
A autora citada salienta que o sujeito inserido em um certo contexto, político e social realiza reflexões sobre sua ação, ou seja, o sujeito apropria-se de sua ação, analisa-a, retira os elementos de seu interesse e a reconstrói em um outro patamar. PAULO FREIRE (1979), in ALMEIDA (2000), faz uma reflexão sobre a educação e defende uma pedagogia que “deve deixar espaço para o aluno construir o seu próprio conhecimento, sem se preocupar em repassar os conceitos prontos, o que freqüentemente ocorre na prática tradicional, que faz do aluno um ser passivo, em quem se ‘depositam”os conhecimentos para criar um banco de respostas em sua mente’. Ainda em Freire ‘o homem deve ser sujeito de sua própria educação e não pode ser objeto dela. Por isso, ninguém educa ninguém’
Os novos paradigmas educacionais exigem do educador uma nova postura, uma nova maneira de pensar a prática pedagógica, uma nova maneira de resolver os velhos problemas. Para isso, é preciso investir na sua formação inicial e continuada e encontrar meios de eliminar as concepções arcaicas, conservadoras do professor centralizador, como figura principal do processo da construção do conhecimento científico.
As novas tecnologias na utilização de projetos é mais um instrumento interativo que pode favorecer a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade no uso de programas específicos, Internet e enciclopédias jogos interativos uso dos audiovisuais...
O modo como aprendemos a desenvolver conhecimentos e a registrá-los para que possam ser compartilhados com outras pessoas é parte do método científico. É importante ver a ciência como um constructo humano que, para construir conhecimento válido, precisa olhar a natureza como um todo, conforme Almeida (1999) nada mais razoável que a busca de uma visão de conjunto capaz se integrar as diversas dimensões disciplinares e transdisciplinares.o conceito moderno de trabalho não aceita o isolamento para a produção do conhecimento. O conhecimento é um ato produzido socialmente. Assim, o educador deverá caminhar para a compreensão de uma realidade, multicultural, uma visão global de mundo.

Referências Bibliográficas
ALMEIDA, Fernando José de -Aprendendo com projetos: Coleção Informática para mudanças na educação.MEC/SEED/ Proinfo, Brasília, 1999
ALMEIDA, Maria Elizabeth de- A informática e formação de professores vols .1 e 2 ME/SEED,Brasília 2000.
NOVA ESCOLA- março de 1995
FREIRE,Paulo, Pedagogia da autonomia, saberes necessários à pratica educativa, SP Paz e Terra, 1997.
Postado no curso de especialização da PUC-RIO-10/2009

transdisciplinaridade

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