quinta-feira, 8 de novembro de 2012
CORPO POÉTICO
E do encanto nasceste flor, do Sertão quiçá herança do Lácio, do prelúdio da noite, ao lírico da manhã. E, como as sombras das vertentes matas. Da cor que emana da matiz profícua transbordaste o seio da matriz... És a nascente de um veio profético, És a mãe de um corpo poético. És a corrente do oceano, em conchas e de um monte leve ao lunar despontas . És o crepúsculo das chapadas, que ao luar o diamante impinge . E do encanto nasce a flor...esfinge ... És a pura virgem, És balzaquiana, tão sertaneja quão Luziana . E se inalo o limo que o pecíolo entala , nessa profusão meu labiar compele. Ao teu doce odor imantado a pele. E que as palavras fiquem na paródia. E a flor do encanto, do episódio à história. E se Ecoa seu canto aos céus, Aos céus e aos deuses falem. E que a Cobiça dos eternos Erga o seu manjar, a infinda divindade... A seu Alá.
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transdisciplinaridade
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